Hoje acordei assim. Com vontade de viver. TANTA! Quero viajar, quero ir para fora, quero conhecer pessoas, locais, sensações, sentimentos. This city is too small for me!
Quero ver o sol de outra janela, e cheirar outras flores, outros pavimentos. Ter outros museus para visitar, outras ruas para conhecer. Farta fartinha de Portugal, de Lisboa, do mesmo.
Quero fugir!!
sexta-feira, 26 de Junho de 2009
quinta-feira, 18 de Junho de 2009
After.
Há vida depois da morte?
Há sim senhor!
Sometimes tears say all there is to say
Sometime your first scars wont ever fade, away
Tried to break my heart
Well it's broke
Tried to hang me high
Well I'm choked
Wanted rain on me
Well I'm soaked
Soaked to the skin
It's the end where I begin
It's the end where I begin
Sometimes we don't learn from our mistakes
Sometimes we've no choice but to walk away, away
Tried to break my heart
Well it's broke
Tried to hang me high
Well I'm choked
Wanted rain on me
Well I'm soaked
Soaked to the skin
It's the end where I begin
It's the end where I begin
Now I'm alive
and my ghosts are gone
I've shed all the pain
I've been holding on
The cure for a heart
Is to move along, is to move along
So move along
What don't kill a heart
Only makes it strong.
E é isto.
Há sim senhor!
Sometimes tears say all there is to say
Sometime your first scars wont ever fade, away
Tried to break my heart
Well it's broke
Tried to hang me high
Well I'm choked
Wanted rain on me
Well I'm soaked
Soaked to the skin
It's the end where I begin
It's the end where I begin
Sometimes we don't learn from our mistakes
Sometimes we've no choice but to walk away, away
Tried to break my heart
Well it's broke
Tried to hang me high
Well I'm choked
Wanted rain on me
Well I'm soaked
Soaked to the skin
It's the end where I begin
It's the end where I begin
Now I'm alive
and my ghosts are gone
I've shed all the pain
I've been holding on
The cure for a heart
Is to move along, is to move along
So move along
What don't kill a heart
Only makes it strong.
E é isto.
quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Crescer.

Toda, mas toda a gente afirma, "os rapazes demoram muito mais a amadurecer que as raparigas". Até hoje, não tinha sofrido tamanho mito nas minhas células. Até. Hoje. Sabem que existem maremotos de infantilidade? Confesso que não fazia ideia, julgava ser apenas mais uma fábula do género Adamastor ou de outros monstros marinhos. Mas existe. Não só existe, como é potenciada pelo sexo masculino.
Que fazer? Tentar nadar? Suster a respiração debaixo de água até a onda gigante e destrutiva passar? Eu voto no nadar... tarefa extremamente difícil no início, mas, tal como em todos os desportos, é a prática que nos dá força, e com o treino, os nossos braços e pernas ficam mais fortes, e o nosso coração melhora substancialmente a respiração. Quando damos por nós, a vaga avassaladora já passou, e a praia é toda nossa. Nossa e de quem nela quiser estender a sua toalha adulta.
Que fazer? Tentar nadar? Suster a respiração debaixo de água até a onda gigante e destrutiva passar? Eu voto no nadar... tarefa extremamente difícil no início, mas, tal como em todos os desportos, é a prática que nos dá força, e com o treino, os nossos braços e pernas ficam mais fortes, e o nosso coração melhora substancialmente a respiração. Quando damos por nós, a vaga avassaladora já passou, e a praia é toda nossa. Nossa e de quem nela quiser estender a sua toalha adulta.
sábado, 18 de Abril de 2009
Estereótipo.
Não conheço um blog que não fale de amor, ou que pelo menos, não o refira nem uma única vez. Como tal, achei-me na obrigação/dever de também redigir algo relacionado com o tema mais predominante no universo bloguiano. A máxima que inspirou Pessoa, ou até o recente single de Keane (Spiralling), faz também todo o sentido para a minha abordagem do amor: quando nos apaixonamos, só nos estamos a apaixonar por nós próprios. Concepção no expoente máximo de egoísmo e narcisismo? Talvez. Vejamos, o que nos faz gostar de alguém? Pensemos em coisas simples, como o facto desse alguém tratar-NOS bem, cuidar de NÓS, amar-NOS. Tudo o que nos eleva a amar alguém, está intrinsecamente ligado ao modo como essa pessoa nos faz sentir. É aí que um índividuo marca outro, pelo modo como estão interligados, pelo modo como se sentem um com o outro. Quando estamos apaixonados, sentimos as tão faladas borboletas na barriga, aquele nervosismo delicioso, aquela fraqueza nos membros. Efeitos que alguém provoca em cada um de nós. Infelizmente, não é pelas qualidades ou defeitos que amamos alguém, isso seria reduzir a suposta grandiosidade do amor a uma simples panóplia de características que poderíamos escolher numa lista e procurar em determinadas pessoas. O amor, é antes, um conjunto de representações que nós criamos a partir do modo como alguém nos faz sentir. O amor que temos por uma pessoa não é mais que as sensações e experiências que essa mesma pessoa traz a nós próprios, o que reflectirá uma óbvia preocupação e afecto entre estes dois intervenientes. Concluindo, não gostamos de quem é a melhor pessoa do mundo, ou de quem é o melhor profissional na sua área. Gostamos de quem nos faz sentir especiais, de quem nos traz novos sentimentos connosco próprios.
segunda-feira, 16 de Março de 2009
Timeless
Um daqueles filmes que quando descobrimos, nunca mais o perdemos. Adaptado de uma peça musical da Broadway do final dos anos 50, "Bells are Ringing" marca pela sua jovialidade e alegria. Uma telefonista de um novo serviço de atendedor de chamadas personalizado, apaixona-se por um cliente que nunca vira na vida, apenas ouvira. Repleto de sonhos e música, este extasiante filme coloca um sorriso na cara de todos nós. Vejam.
domingo, 15 de Março de 2009
Valkyrie - nem assim

Irrefutável. Tremendamente respeitada. Grandiosa.
São estes os adjectivos que me ocorrem quando penso na personagem interpretada por Tom Cruise na grande, mas contudo falhada, operação Valquiria que assola os nossos cinemas. O actor já não terá dado provas suficientes para o ganho do tão galardoado óscar? Parece que não. Há já muito tempo que Cruise interpreta personagens fascinantes, desde Magnolia ao Vanilla Sky, ou até em Eyes wide Shut de Kubrick. Na minha opinião, o actor fará parte, indubitavelmente, das preciosidades de Hollywood, e é mais que tempo para o recompensarmos.
É importante distinguir o profissionalismo de Tom Cruise das suas escolhas de vida pessoal. Certamente muitos de nós não concordarão com a sua dedicação à cientologia ou à pequena prisão feita à sua filha e esposa, que a comunicação social afirma afincadamente. Nada disso deverá relevar, pois Cruise é sem dúvida um grande actor, e já lhe foram atribuídos todos os papéis que o poderiam conduzir ao reconhecimento mundial. Quanto tempo faltará ainda?
São estes os adjectivos que me ocorrem quando penso na personagem interpretada por Tom Cruise na grande, mas contudo falhada, operação Valquiria que assola os nossos cinemas. O actor já não terá dado provas suficientes para o ganho do tão galardoado óscar? Parece que não. Há já muito tempo que Cruise interpreta personagens fascinantes, desde Magnolia ao Vanilla Sky, ou até em Eyes wide Shut de Kubrick. Na minha opinião, o actor fará parte, indubitavelmente, das preciosidades de Hollywood, e é mais que tempo para o recompensarmos.
É importante distinguir o profissionalismo de Tom Cruise das suas escolhas de vida pessoal. Certamente muitos de nós não concordarão com a sua dedicação à cientologia ou à pequena prisão feita à sua filha e esposa, que a comunicação social afirma afincadamente. Nada disso deverá relevar, pois Cruise é sem dúvida um grande actor, e já lhe foram atribuídos todos os papéis que o poderiam conduzir ao reconhecimento mundial. Quanto tempo faltará ainda?
sábado, 7 de Fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
domingo, 11 de Janeiro de 2009
Crença.
Tudo é tão relativo. Tão frágil e mutável em mim. E ainda bem. A vida será demasiado curta para uma só paixão. Tudo à minha volta me apaixona. O cheiro de um livro antigo, um bom filme, uma história empolgante. Aquela música que nos lembra a infância, a praia onde demos o primeiro mergulho. A roupa nova, as tecnologias, a caneta a escrever no caderno por estrear. Tanta coisa para saborear. Para quê, acreditar nas pequenas coisas que já não existem? Se já não existem, de nada vale acreditar nelas. Se não acreditamos nelas, já não as sentimos. Já não são minimamente reais. Todo e cada sentimento, só subsiste se nele crermos. Sem crença, não há fé. Sem crença, não há amor.
E sabe tão bem viver de novo.
E sabe tão bem viver de novo.
sábado, 10 de Janeiro de 2009
Felizes encontros.

Há semanas em exibição. Nunca dei conta que estava nas salas de cinema. Twilight. Crepúsculo para nós. Assisti sem qualquer expectativa, sem qualquer antecedente ou conhecimento da matéria. Resultado? Adolescência a correr nas veias, sangue quente e nervoso. Adrenalina. Surpresa. Lágrimas e emoção.
Mais tarde fiz o meu trabalho de casa, como não poderia deixar de ser. Baseado na saga de best-sellers da escritora Stephenie Meyer, este amor-acção-adrenalina tem fãs por todo o mundo. Quem diria que tamanha obra me teria passado completamente despercebida? A verdade é que não consegui evitar comprar os seguintes livros da saga, e lê-los avidamente, qual vampira que anseia pelas palavras seguintes da acção narrada.
Infelizmente, a tradução em português não poderia estar pior. Felizmente, há ( raros exemplares e TÃO dificeis de encontrar ) a versão original. Não poderei compará-los a Tolkien ou a Jane Austen, mas posso sem dúvida compará-los com Harry Potter ( dos quais sou enorme fã ) e com a triologia Eragon ( que também adoro ), em termos de adrenalina e acção.
Nunca somos demasiado adultos para nos sentirmos adolescentes pois não? Afinal, é das melhores fases da nossa vida.
http://www.stepheniemeyer.com
Mais tarde fiz o meu trabalho de casa, como não poderia deixar de ser. Baseado na saga de best-sellers da escritora Stephenie Meyer, este amor-acção-adrenalina tem fãs por todo o mundo. Quem diria que tamanha obra me teria passado completamente despercebida? A verdade é que não consegui evitar comprar os seguintes livros da saga, e lê-los avidamente, qual vampira que anseia pelas palavras seguintes da acção narrada.
Infelizmente, a tradução em português não poderia estar pior. Felizmente, há ( raros exemplares e TÃO dificeis de encontrar ) a versão original. Não poderei compará-los a Tolkien ou a Jane Austen, mas posso sem dúvida compará-los com Harry Potter ( dos quais sou enorme fã ) e com a triologia Eragon ( que também adoro ), em termos de adrenalina e acção.
Nunca somos demasiado adultos para nos sentirmos adolescentes pois não? Afinal, é das melhores fases da nossa vida.
http://www.stepheniemeyer.com
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